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Por que devemos falar sobre empreendedorismo nas periferias?

Categoria: Tendências
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Você já ouviu falar sobre empreendedorismo periférico?

O empreendedorismo periférico é fruto, principalmente, da busca por melhores condições de Vida ou da necessidade, funcionando como uma tentativa de superar a crise econômica e a falta de empregos. Essa busca transformadora surge a partir das dores sentidas pela falta de oportunidade e acesso. Ou seja, inovar dentro das periferias quer dizer o mesmo que transformar a escassez em resistência.

E o Brasil está no topo do empreendedorismo, como consequência da necessidade de se investir em um negócio próprio, porque a situação em que o indivíduo se encontra acabou o levando a isso e a pandemia do novo coronavírus acentuou essa tendência.

De acordo com o Portal do Empreendedor, foram registrados 985.891 novos cadastros de Microempreendedor Individual (MEI) entre março e setembro de 2020. Um aumento de 11,2% na comparação com o mesmo período no ano de 2019.

Boa parte desses novos negócios surgiu nas periferias, regiões historicamente mais afetadas pelas crises, já que sofrem com precariedade de serviços públicos e privados e falta de oportunidades aos seus moradores, usando seus negócios para derrubar preconceitos e gerar mudança social, revelando o enorme potencial do Empreendedor periférico.

Como consequência, o empreendedor periférico começa a formar uma rede de cooperação, inovação e novas oportunidades, gerando impacto positivo no território onde nasceu e cresceu, já que ele encontra as soluções para os seus desafios no seu dia a dia, não precisando buscar fora da sua comunidade.

Enxergar a potencialidade das periferias faz com que a sociedade aprenda a considerar seus moradores como protagonistas da transformação em vez de rotulá-los como uma população carente.

E por que devemos enxergá-los como protagonistas?

Enxergá-los como protagonistas é colocar o morador e empreendedor da periferia no centro da inovação, pois só ele é capaz de promover transformações duradouras por meio de Empresas que solucionem os seus problemas sociais e ambientais.

Falar sobre empreendedorismo periférico também é falar sobre a necessidade de investimento. A periferia, como falamos, é um local de muita potência, inteligência e criatividade na hora de resolver problemas. Sem dúvidas, ingredientes ideiais para construir soluções inovadoras. Porém, ainda faltam investimentos, tanto o financeiro quanto o educacional. É por isso que o poder público e privado têm o dever de oferecer mecanismos que fortaleçam o desenvolvimento desses novos negócios, para que de fato essa força transformadora se materialize.

Organizações como a Pipe.Social promovem o encontro entre novos negócios e investidores, fomentando o ecossistema de impacto no Brasil. Por meio dela, os novos empreendedores têm acesso à maior vitrine de negócios de impacto socioambiental do Brasil, ganhando visibilidade entre investidores, aceleradores, marcas e potenciais parceiros.

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