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O que é tom de voz?

Prezado leitor, vossa senhoria atentaste para como vossa organização empresarial posicionarás vosso brado vindouramente nas redes sociais? Fala aí, tu tá ligado qual vai ser a voz do teu negócio nas redes sociais? Reparou como a linguagem faz diferença? Não existe certo ou errado nesse caso, porém sempre devemos estar atentos a quem queremos atingir com o nosso discurso. Nesse artigo vamos abordar a importância do tom de voz para sua empresa se comunicar com os seus clientes, tanto no off-line quanto no on-line.

O que é tom de voz?

Ele é o jeito que a sua Empresa se comunica com o seu público, não importando a plataforma em que o consumidor está inserido. Sua organização precisa ter um persona própria para dialogar de forma concisa e objetiva com seus interlocutores. Isso vale para tudo o que você comunica, do banner no ponto de venda físico ao post do Instagram.

Importante ter sempre em mente a frase do pai da publicidade David Ogilvy: “Comunicação não é o que você diz, é o que os outros entendem”. Por esse motivo, é fundamental ter uma visão antropológica da fatia do mercado que se deseja atingir.

Formal, ou informal, eis a questão.

Essa escolha depende basicamente de dois fatores: quem é seu público-alvo (como falamos acima) e como você quer que sua empresa seja vista por ele.

Usar uma linguagem formal ou coloquial é uma linha de fronteira entre duas maneiras distintas de transmitir os valores da sua Empresa e de vender seus produtos, ou serviços. De nada adianta tentar ser “descolado” com uma linguagem mais jovem usando gírias forçadas ou antigas. Fique ligado para não marcar touca, errar nisso não é nada supimpa! O uso de gírias (da maneira correta) é um bom exemplo para pincelar as diferentes nuances que existem nessa interlocução. Elas tanto aproximam os negócios de um público jovem e dão uma “pegada” informal, quanto não são bem vistas pelos setores mais tradicionais da sociedade. Além disso, a quantidade de texto, por mais que não pareça, é algo que separa grupos distintos.

Os jovens que cresceram nessa revolução tecnológica se acostumaram a viver num ambiente no qual a imagem vale mais que o texto (o Instagram e o YouTube comprovam isso). Logo, utilizar uma quantidade excessiva de caracteres afastará esse mercado. Já a galera “old school” acostumada com os jornais imensos de domingo são mais habituados com a leitura. Falando nisso, alguém ainda compra jornal impresso?

Se a resposta para essa pergunta for sim, isso automaticamente coloca você num nicho específico de pessoas que entedem coisas que outras pessoas não compreendem, como, por exemplo, ombudsman. Ou seja, não faz sentido usar esse termo pra atingir a juventude.

Parece complicado? Porque é mesmo. 

Para ser a voz de uma marca, ainda mais num ambiente de feedback instantâneo como as redes sociais, é preciso muito mais que conhecer a história por trás da Empresa e seus aspectos. Não é vestir a camisa, mas sim trajar-se de duas novas almas. A primeira leva consigo os valores da organização que você representa, a outra o glossário e vocabulário do seu target.

Esse é um dos passos para se comunicar melhor com a sua clientela, aumentando assim a conexão com o seu negócio e o seu engajamento com eles. O velho guerreiro Chacrinha estava errado. Quem se comunica errado, se trumbica. Agora que você entendeu isso tudo: Solte o verbo!


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