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Benefícios e satisfação no trabalho

A satisfação no trabalho é um dos temas mais abordados no dia a dia corporativo e existe um motivo por trás disso. Profissionais que se sentem valorizados costumam ter mais foco e apresentam melhores resultados no fim do mês. Segundo pesquisa da Catho mais de 40% dos profissionais empregados valorizam um pacote de benefícios atrativo. Para 74% das empresas a retenção de talentos é um assunto de suma importância, porém apenas 26% delas possuem programas estruturados para esse tema. E quando falta incentivo sobra reclamação. Um levantamento feito pela consultoria McKinsey & Company apontou que apenas três em cada dez funcionários se sentem totalmente engajados no trabalho.

Para melhorar esse resultado, existem cada vez mais soluções no mercado que auxiliam as corporações focando, principalmente, na gestão dos recursos humanos, o capital mais precioso de qualquer empresa.

Mas como alcançar essas soluções?

As médias e grandes corporações costumam contar com setores específicos para planejar essas estratégias, como o Recursos Humanos e Departamento Pessoal. Essas áreas são responsáveis por todos os processos ligados ao material humano no ambiente profissional: recrutamento e seleção, avaliação de performance, oferecimento de benefícios, entre outros. O foco da área de RH está em otimizar o quadro de trabalhadores visando também o aumento da satisfação do empregado.

Mas, e quando o patrão precisa resolver tudo sozinho? É isso que acontece nas micros e pequenas organizações, onde o setor de RH é quase sempre desenvolvido pelo próprio empreendedor. Não existe área de Recursos Humanos e todas as etapas do ciclo de um funcionário na empresa passam por ele: do processo de recrutamento, a retenção de talentos, tudo é papel do dono. Ele é o responsável por otimizar a qualidade de vida, a segurança no trabalho e o bem-estar no ambiente corporativo. Como sabemos que isso não é tarefa fácil, criamos um guia para facilitar a vida do empreendedor nessa jornada. 

Em quais benefícios investir?

No mercado é fácil encontrar um vasto leque de benefícios, contudo, com a verba limitada das PMEs, é necessário saber filtrar e escolher os que apresentem o melhor retorno por investimento. É fundamental conhecer algumas soluções para criação do seu próprio mix visando tornar sua empresa atraente para os melhores profissionais disponíveis no mercado. 

Os vales valem a pena?

Vamos começar do começo, pelos benefícios “básicos” que uma empresa disponibiliza para seus funcionários, os famosos vales. Eles ajudam a poupar uma parcela do salário do colaborador e ele não se sente “pagando para trabalhar”. São eles: vale-alimentação, vale-refeição e vale-transporte.

O vale-alimentação consiste na concessão de uma verba mensal para ser utilizado na compra de gêneros alimentícios. Ele é aceito em estabelecimentos que vendem produtos para o preparo da alimentação do funcionário como supermercados, padarias, açougues, etc.

Já no vale-refeição esse valor mensal é destinado para a compra de refeições prontas, preparadas em algum estabelecimento. Ele é aceito em locais como: restaurantes, cantinas, fast-foods, food trucks entre outros. Sendo vetada sua utilização em mercados, por exemplo. Ele é um forte aliado para empresas que possuem trabalhadores que fazem refeições fora de casa. Com ele a equipe tem uma grande economia no salário, já que não utiliza parte dele para se alimentar no trabalho. E sim, a gente sabe, existem funcionários que pedem o VR e mesmo assim trazem comida de casa todos os dias, utilizando o benefício no horário de lazer e isso não é um problema. Sua empresa bancar um lazer pontual do colaborador ajuda a construir uma ideia de pertencimento nele, o que afeta diretamente na retenção de talentos. 

O vale-transporte também figura entre os benefícios mais desejados pelo mercado e o motivo é simples: Vamos supor que uma pessoa ganhe 1.000 reais por mês, mas gaste uma média de dez reais para ir e voltar do trabalho todos os dias. No fim de um mês essa despesa será de 200 reais. Ou seja, o salário real seria de R$800, sem contar com os descontos do INSS e FGTS. Complicado, não? Com o vale, o desconto no salário fica menor, já que, por lei, só é permitido descontar 6% do valor total do benefício do empregado. 

Vale lembrar que atualmente existem outros tipos de vales e já é comum ver gestores apostando neles: como auxílio gasolina e até estacionamento. 

Planos e Seguros:

Para uma vida empresarial saudável outra solução são os planos (de saúde e dental) e seguro de vida empresarial. Nos planos de saúde e dental o funcionário pode optar por participar ou não. Ao confirmar o auxílio a empresa passa a descontar mensalmente uma quantia fixa no seu salário. O valor cobrado pode variar, cabendo ao gestor a decisão de qual é o melhor jeito de operacionalizar essa questão. Lembrando que o corpo humano é imprevisível por isso é necessário monitorá-lo com frequência.

Ainda falando de imprevistos temos que tirar o elefante da sala e falar sobre Seguro de Vida. Sim, esse é o tipo de produto que quem compra não espera precisar nunca, mas não ter é a diferença entre manter aqueles que você ama em segurança, ou não. Seguros empresariais como o PME da CAPEMISA possuem um custo flexível e sem burocracia. Além de oferecer a diárias remuneradas para toda a equipe coberta em caso de afastamento por acidente ou doença. Com o seguro também é possível ter vários serviços de assistência. A assistência que se destaca é a Flex, que oferece serviços como: encanador, eletricista, vidraceiros, chaveiro, além de serviços PET (para quem tem filho de quatro patas) e viagem (perfeito para quem vive viajando).

Além disso, quem engravida e possui esse seguro tem acesso à Assistência Kit Mamãe e Bebê que disponibiliza o envio de cestas compostas por produtos voltados para as mamães e seus recém-nascidos, para já começar a maternidade com o pé direito. 

Pense no ambiente:

Por último, mas não menos importante, o local de trabalho precisa ser um lugar que promova o bem-estar. Por isso, ele precisa ser acessível, seguro e otimizado para as necessidades do seu time. De nada adianta investir mundos e fundos para cativar o mercado, se não levar em conta o básico: empregado precisa se sentir protegido para produzir bem. Cabe ao responsável o papel de observar e identificar possíveis problemas e saná-los antes mesmo que alguma coisa aconteça. Evitar escadas mal-iluminadas, móveis de segunda mão, fiação expostas, são atitudes básicas nesse sentido.

Esses incentivos ofertados pelas empresas são fundamentais para quem busca se destacar no mundo corporativo. Entender que os colaboradores são os responsáveis pelo sucesso ou fracasso de uma corporação é vital para começar elaborar estratégias para cativá-los cada vez mais.

Fontes: Agência O Globo e Exame


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