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Cultura do cancelamento

A cultura do cancelamento.

Você já deve ter visto que os diversos dicionários no mundo elegem uma palavra do ano. Normalmente ela ajuda a entender o comportamento da nossa sociedade destacando novidades. Like, selfie, pós-verdade e “me too” são alguns dos termos que foram eleitos recentemente, e é inegável sua importância no vocabulário atual. Uma das atribuições do empreendedor é ficar sempre ligado nas tendências para entender como elas podem impactar o seu negócio. O Dicionário Macquarie elencou “cultura do cancelamento” como a expressão que melhor representa 2019 e acendeu um sinal de alerta para o mundo artístico e comercial.

O que é a cultura do cancelamento?

Esse termo é usado para denominar o movimento de boicote feito pelos usuários contra empresas, marcas, artistas, figuras públicas, eventos e até filmes. Ou seja, tudo o que a sociedade considerar que agiu de maneira incorreta, ou que tenha sido incoerente com seus valores. Essa é, ao mesmo tempo, uma iniciativa de conscientização e interrupção de apoio diante de uma postura considerada inaceitável. O fenômeno, é claro, nasceu na internet e é forte nas redes sociais, sendo responsável por polarizar o entendimento sobre alguma polêmica específica.

São muitos os exemplos recentes para ajudar você e entender a importância dessa cultura. As eleições brasileiras de 2018, por exemplo, ficaram marcadas por isso. A figura pública que demonstrasse apoio por político “X”, sofria represálias de boicotes dos apoiadores do candidato “Y” e vice e versa.

O termo:

Ao escolher esse termo o Dicionário Macquarie afirmou: “é um termo que captura um aspecto importante do estilo de vida deste ano. Uma atitude tão persuasiva que ganhou seu próprio nome e se tornou, para o bem ou para o mal, uma força poderosa”.

Vale destacar o paradoxo do cancelamento: ao tentar suprimir e apagar do mapa alguém (pelo motivo que for) pode-se acabar dando destaque a essa pessoa, mesmo que só naquele momento. Ou seja, ao se manifestar contra algo, ou alguém, você acaba (in)diretamente ajudando a promovê-lo.

Para o empresário cabe a função de monitorar o que falam da sua marca em tempo real. Apostar num SAC eficiente que de maneira proativa busque responder e resolver o problema dos seus clientes é o primeiro passo. É necessário também compreender as reclamações dos seus colaboradores e o comportamento do consumidor 3.0, para evitar esse tipo de situação.

 

Lembre-se sempre: uma porta fechada pode nunca mais querer abrir.

 

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